
O grande vilão dos viajantes, missionários, voluntários e turistas, a malária anda em derredor rugindo como um leão buscando a quem possa tragar!
Logo na imigração no aeroporto de fortaleza apreenderam um repelente meu. Não que eu estivesse contrabandeando mas porque superava a margem de 100 ml por embalagem na bagagem de mão. Com a baixa tive que sobreviver com meu outro spray que estava na bagagem maior, mas pena que ele praticamente já acabou. Estou numa enrascada, num mato sem cachorro, numa África sem repelente, e adivinhem... aqui não vende isso! Tive que fazer então um racionamento de repelente utilizando somente nos horários de pico do mosquito, entre ás 4 da tarde ás 10 da manhã, utilizando conjuntamente calça comprida e camiseta.
Outro agravante dessa situação é o calorzão que faz aqui, que torna a utilização de calça e camisa praticamente impossível!
Conheci um brasileiro aqui que me deu uma notícia muito animadora, ele nunca viu um brasileiro que saiu daqui sem ter pegado Paludismo (Malária) pelo menos uma vez. Apostei com ele que seria o primeiro e até agora estou cumprindo com a minha palavra. Outro dia ele veio aqui, e perguntou como estava meu desempenho na luta contra o mosquito, e ainda acrescentou a informação de que pele branquinha são as que eles mais preferem, hehehehhe, "graças a Deus que eu não sou tão branquinho" - eu disse.
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