sábado, 9 de outubro de 2010

Brasil Oligárquico de Sempre

Fonte: aulas100.blogspot.com


Entende-se por oligarquia como governo de poucos. No Brasil a velha política do café com leite, que representava a alternância de poder entre Minas e São Paulo, está longe de acabar. A cada eleição que passa vemos uma verdadeira altenância de poder entre duas oligarquias, as dos Tucanos e a dos Petistas, petistas não de fazer petições, mas prometer solução para elas; tucanos não de amor pela natureza e o meio ambiente, mas por serem bicudos. Infelizmente não se tem muitas opções de voto nesse segundo turno, ou votamos em uma anônima de pouca confiança, ou no grupo que já teve sua oportunidade e não soube aproveitar. Votar na Marina era a opção de fugir desses dois grupos dominantes, agora, infelizmente teremos que encarar pelos menos mais 4 anos sem mudanças no poder. É um reflexo de que o povo brasileiro não mudou a sua maneira de enxergar a política.

"Famosos"


Hoje na televisão vemos pessoas que dizem ser artistas, são as vezes bonitas, e possuem acesso aos mais badalados lugares. Tem também aqueles que realmente são artistas, são as vezes bonitos e também possuem acesso aos lugares "chiques". Bom, descobri a fórmula para aparecer na televisão como um bacana, para quem tiver interesse é só responder: "sou modelo", quando perguntarem o que você faz! E assim nós vemos pseudoartistas, pseudoimportantes que alimentam os horários de fofoca da televisão, e sustentam aquelas revistas cheias de fotos e com nada de matéria. E assim é o mundo dos famosos, onde vários só são famosos porque alguém os tem como tal.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Everyone Deserves a Second Chance


Recusar perdão a alguém é tão somente se afirmar como alguém que nunca cometerá algo parecido, igual ou pior. O que fica bonito nos filmes é ver o mocinho pisando na cabeça do vilão, ou ver o baiano tomando um tiro de calibre doze no meio da cara.A idéia que se passa é que é muito bonito também quem foi traído, trair, e quem foi lesado em algo, retribuir o mal.

Perdoamos não para sermos melhores do que o outro, mas para tão somente nos igualarmos a ele. Perdoar é entender a nossa própria espécie criminosa e não se ufanar diante do nosso semelhante. Se fôssemos mais compreensivos, menos amantes de nós mesmos e menos cheios de vaidades sociais (orgulho) perdoaríamos muito mais.

O bom moço dos filmes, e da sociedade não é mais o que distribui elogios, ou não guarda ressentimento, e é amistoso e sincero; mas sim aquele que não perde oportunidade de vingar-se, aquele altivo e trapaceiro, e cada vez mais somos treinados para gostar e nos espelhar nesse tipo de gente. Não que problemas familiares não existissem antes do século passado, mas coincidentemente eles vieram com o advento dos meios de comunicação este, por exemplo, que eu utilizo agora. A televisão é uma das maiores formadoras de caráter do mundo, senão a maior (mas isso é outro assunto). Na televisão, poucas vezes o perdão é tido como um ato nobre. De fato ele é, e infelizmente são poucos os nobres do mundo.

Um homem que revolucionou e ainda revoluciona a forma de enxergarmos o mundo, contou uma certa estória que resumindo, fala de um cidadão que devia bastante ao rei. Certo dia o rei mandou prendê-lo para que o pagasse, mas esse homem suplicando perdão o foi concedido. Este cidadão saiu e foi cobrar a dívida de um cara que devia bem menos que ele, mas este não tendo como o pagar o prendeu. Essa estória foi contada por Jesus e está na Bíblia no livro de Mateus 18:23-35. Esse cara é um típico espertão da sociedade, conhecido como mala. A gente quer ser mala, na verdade se não perdoarmos já somos esse mala. Se nós tivéssemos a noção do quanto éramos devedores para Deus pelos nossos pecados e erros, perdoaríamos essas micharias que fazem com a gente. Perdoar é questão de saúde pública!